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sábado, 26 de março de 2016

Reading Challenge - A Book set in another country

E se queremos viajar, que maneira melhor do que pegar num livro e ir? Pois  bem, eu fui até ao Egipto! (e se neste momento têm o Cairo dos Táxi na cabeça, bem...juntem-se ao clube!).

Este livro além de uma viagem marcou também a minha primeira leitura de Agatha Christie! Weee. Nunca o teria feito se não me tivessem convidado para um grupo de Goodreads em que temos que ler um livro da Agatha por mês (e como já me conhecem, já devem saber que nestes 3 meses só li 1....pois é!).

Anyways, o meu livrinho foi.... Morte no Nilo!

Resumindo esta minha leitura: fiquei fã! Gostei bastante do estilo de escrita e da narrativa. Temia que, devido ao livro ter sido escrito há tantos anos, não me identificasse com as personagens ou com a trama ou mesmo com a maneira da escrita mas a verdade é que me senti afogada em sentimentos.

Tal como acontece sempre que leio um mistério,  suspeito de uma pessoa logo nos primeiros capítulos e raramente essa suspeição muda para outra personagem. Neste livro cheguei a pensar nos suspeitos que se revelaram como os assassinos mas por me dizerem "olha que nunca é quem suspeitas, Cat!" eu fui mudando as minhas opiniões ao longo das páginas. (Acho que cheguei mesmo a desconfiar de toda a gente abordo desta história!)

Outra coisa que temia era que não gostasse do Poirot, por ser tão fã de Sherlock Holmes, mas adorei este 'homenzinho' rechonchudo!

Acho que policiais são sempre mais giros de ler em conjunto com outras pessoas para irmos trocando opiniões, suspeitas e azedumes! Estou ansiosa pelo próximo da Agatha Christie que lerei!!!!

A minha quote de eleição é, portanto:
“For, as Mr. Ferguson was saying at that minute in Luxor, it is not the past that matters but the future.”

(13 de 50) 

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Reading Challenge - A book turned into a TV show

Eu escolhi este livro porque fiquei viciadissima na série de TV e como os hiatus costumam durar e os livros costumam ser melhores, eu peguei logo neste livro (o primeiro de uma trilogia) e toda contente comecei a ler esperando ficar viciadérrima tal qual como o show de tv.

E o livro de que estou a falar é, pois claro, "The 100" de Kass Morgan.

Eu posso dizer que detestei este livro, o que não costuma acontecer muitas vezes. Talvez tivesse sido por ter visto a série primeiro e por ter realmente gostado bastante da série, mas o livro não tem nada a ver!!! De todas as personagens, apenas existem 3 ou 4 no livro que são iguais à serie e a própria narrativa deste primeiro livro trata para ai de metade do 1º episódio. Existem também diferenças bastante substancias na trama, por exemplo: a Clarke perdeu tanto o pai como a mãe (o que para mim me levante questões sobre o que se passará nos próximos livros, sendo que a mãe dela tem um grande papel na série).

A escrita também não é nada de especial o que me leva a dizer que, ao contrário do que é costume, a série é mil vezes melhor que o livro!

De qualquer forma, aqui fica a minha citação:
“You need to let yourself be happy. Or else, what's the point of anything?” 

(12 de 50)

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Reading Challenge - Book That Became a Movie

O primeiro post que vos trago em 2016 (bom ano!!!!) é do último livro que li em 2015!
Pois é, é verdade que eu devia ter completado este challenge num só ano mas como já aprendi que sou muito procrastinadora e não consigo ter leituras planeadas, vou completar este challenge aos poucos com os livros que me for apetecendo ler.

Ora, para livro escolhido de "Livros que se tornaram filmes" foi o...."Paper Towns" de John Green. Em primeiro lugar, tenho que confessar que o que me fez correr a pegar neste livro foi ter visto o trailer (e me ter apaixonado pela música que o Mikky Ekko canta nele. Sim, tenho a certeza que foi a música!) mas também o facto de uma grande amiga minha me ter dito que adorou este livro.

Em segundo lugar, tenho que confessar: eu gosto de John Green. Ou talvez eu goste da ideia de gostar de John Green, porque se formos a ver bem eu já li todos os livros dele e gostei apenas de um. U-m. Um mísero livro. Que acontece ter sido o primeiro que li (talvez tenha começado pelo melhor???) e que acontece, também, ser o "An Abudance of Katherines" (traduzido para português como "O teorema de Katherine").

Coisas que tenho a dizer sobre o Paper Towns: NÃO, NÃO, NÃO.
Ora bem: eu senti que este livro se parecia demasiado com outros livros do John que já li. Sinto que o Quentin é assim como uma cópia do Pudge ("À Procura de Alaska") e que a Margo foi também uma cópia da Alaska. Na verdade, senti que metade do livro era palha e divagações do Quentin que não me interessavam para nada... para além disso, acho que se revelou uma personagem super egocêntrica e obcecada pela Margo, que recriminava os amigos por terem vida própria e não obcecarem, também eles, pela Margo.

O final foi simplesmente desapontante e nada-a-ver. Sinceramente, não vejo uma personagem construída como a Margo, que fez tudo o que a Margo fez, desmanchar-se em lágrimas. Para mim o único momento bom do livro foi o momento road-trip, momento que devia ter tido mais relevância na conclusão final da história.

Enfim, como disse, gosto bastante de John Green e normalmente devoro os livros dele mas este levei 6 meses a dar-lhe a volta e acho que isso diz tudo.

Para citação predilecta (que a criar frases intensas é John Green mestre), fica esta:
"What a treacherous thing to believe that a person is more than a person."

(11 de 50)

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Reading Challenge - Recommended by a Friend

Para esta alínea pedi ajuda a duas amigas, que também são ávidas leitoras, quais eram os livros que me recomendavam. Uma recomendou-me "A Irmandade da Adága Negra" por J.R.Ward  que faz parte de uma extensa saga e que eu considerei que poderia fazer parte de outros pontos deste challenge, sendo esse o principal motivo por escolher o único livro que a minha outra amiga me recomendou.

Isso e o facto de ser um romance policial com montes de mistério e suspense e coisas para descobrir. E não fosse eu uma Nancy Drew, lancei-me de cabeça neste livro recomendado pela L, o "Ice Princess" da Camilla Lackberg.



Ai, ai, ai. Que dizer deste drama!!! Este é o primeiro livro de uma saga mas pode ser lido como um stand-alone, visto que o comum entre estes livros são a Erica e o Patrick, o casal maravilha desta história (e toda a sua envolvente). Ora este primeiro volume começa precisamente quando a Erica regressa à sua terra Natal, após a  morte dos seus pais, e se envolve logo numa alhada: descobre a amiga de infância morta na banheira.

Todas as premissas estão desde o inicio lançadas para um policial de alto nível e gostei da forma como podemos ir acompanhando as vidas de todos os personagens ao longo da trama, devido aos inúmeros pontos de vista no livro. O que de facto não gostei é do sentimento de estar sempre "ás escuras", isto é, uma pessoa curiosa como eu que começa logo na primeira página a pensar em quem pode ser o assassino, não consegue ter muita sorte. Isto acontece porque de cada vez que uma prova surge, existe um momento cliffhanger e apenas sabemos qual é essa prova quando a personagem que a encontrou confronta a personagem que a deixou. Nunca dá para ser o leitor a chegar lá e a tentar vestir o fato de detective.

Senti também alguma tensão nos diálogos. Alguns deles foram forçados e podiam ser bastante melhorados: por exemplo, as primeiras conversas entre o Patrick e a Erica. Apenas no final, senti que os diálogos eram mais fluídos, e foram esses os diálogos que mais gostei e que me deram mais prazer no livro (isso e o Eilert, podemos dar um abracinho e fazer cutxi-cutxi neste senhor?)

No geral gostei bastante, e até já vou saltitar para o segundo livro ("The Preacher"). Apesar de pormenores que eu senti que pudessem ser limados, a escrita é bastante agradável e o livro deixou-me maluquinha durante a última semana. Agora posso, finalmente, descansar.

p.s.: podemos imaginar o sôr Patrick como o sôr Daniel Craig, podemos, podemos, podemos?

E como citação:
"'How did she look?'

At first Erica didn’t understand what Birgit had said. Her voice was tiny, like a child’s. Erica didn’t know what to answer.
‘Lonely,’ was what finally came out, and she regretted it at once."


(10 de 50)


quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Reading Challenge - Book Published This Year

A minha primeira reacção face ao livro que vos vou apresentar é: AAAAAAAAAAAAAAAAAH.

Inspira. Expira. Vamos continuar.

Esta era uma das alíneas que mais me preocupava porque quando via os livros que andava a ler, eram todos anteriores a 2014 mas este livro surgiu assim do nada. Um dia estava num site de ebooks, descarreguei o livro e voilá! Em menos de uma semana ficou todo lidinho.


Este é um livro de que já tinha falado aqui, e portanto agora aqui vem a minha opinião do "See Me" do Nicholas Sparks (penso que o título em português será "No Teu Olhar" e será lançado a 10 de Novembro, pela ASA [e aqui fazemos um interregno e um minuto de silêncio em memória de mais uma lombada hedionda que para ai virá]).

Eu sempre adorei livros do Nicholas Sparks e este não é uma excepção. Dei por mim apaixonada pelas personagens principais, Colin e Maria, e dei por mim a pousar o livro e a fazer um 'cutxi cutxi' ao imaginá-los. Gostei tanto da menção às redes sociais que nos rodeiam e de como a Serena é tão obcecada por essa parte da vida. Mas o meu desagrado com o livro parte também desta parte.

Para ser sincera, o final desiludiu-me um pouco. Creio que criei demasiadas expectativas, como por exemplo o Colin resolver todos os seus problemas com os pais (que de certa forma ficaram resolvidos). Achei também algo tonto, a forma como o Colin googlava todas as informações para tentar descobrir o stalker da Maria mas nunca se lembrou de ir ver as redes sociais, particularmente quando ele próprio se indagava de como seriam alguns dos nomes que se encontravam no passado da Maria.
Outra parte que me surpreendeu, mas desta feita pela positiva, é....(e atenção que vem ai SPOILER) não morreu ninguém por quem me tivesse apaixonado!!!! Desde logo me preparei para perder a Lily, o Evan ou até os pais da Maria mas não aconteceu. Isto merece um saltinho de contentamento e outro momento 'cutxi cutxi'.

Transporto agora este Colin e esta Maria comigo, e sinto enorme vontade de atacar os outros livros todos do Nicholas Sparks (ainda que já os tenha lido) e já anseio ferverosamente o próximo romance dele.

(E sim, ele mencionada a Cathy o final do livro. Essa sim, seria uma grande diferença num livro de Sparks!)

E para a citação *drumroll*:
“In the end, the only one you can ever really please is yourself. How others feel is up to them.”

(9 de 50)

domingo, 25 de outubro de 2015

Reading Challenge - One-Word Title

Este livro comecei a lê-lo por duas razões: a primeira foi porque estava entediada com o outro livro que estava a ler e só me restava este no Aldiko; a segunda razão, foi precisamente por corresponder a esta alínea do challenge!

O livro a que me refiro é "Attachments" de Rainbow Rowell e,meus amigos, devo-vos dizer que o comecei a ler duas vezes. Não estava nada fácil. Confesso que até perto do final não encontrava qualquer diferença entre a Jennifer e a Beth, achava-as muito parecidas como personagens, com o mesmo humor e apenas diferindo no estilo de vida ( casada/solteira; grávida/nem-tão-perto-de-casar, etc). Contudo, confesso que achei muitas semelhanças entre o Lincoln e eu própria e foi este Lincoln tão próximo de mim, sem saber o que fazer da vida, sem rumo aparente para o futuro, perdido, desnorteado, com uma espécie de descontamento mas ao mesmo tempo contente com a vida, que me fez apaixonar por este livro.

Resumindo, apesar de o livro não ser o top do top, e de o final ter deixado mais que muito a desejar - afinal de contas, passei o livro inteiro a desejar e em suspense pela forma como o Linc e a Beth se iriam encontrar e no final... foi aquilo? E quando se encontram, é só assim? E já está? E então, não se vão casar? E bebés? Vivem juntos? E a mãe do Linc? E..e..e...e.... basicamente, o final ficou a saber-me a muiiiiito pouco e foi o que me fez não gostar tanto do livro como poderia ter gostado.

(ainda assim, posso dizer que já saltitei para outro livro mas de quando em vez, olho para o ar e penso "oinnn, Linc e Beth!" e reconforto-me por saber que o Linc finalmente está bem.)

E como não pode nunca, nunca faltar a citação, aqui está ela (bem fofinha, por sinal!):

"I want someone whose heart is big enough to hold me."

(8 de 50)

sábado, 17 de outubro de 2015

Reading Challenge - A Colour in the Title

Percorrendo a minha lista de livros lidos em 2015, no Goodreads, reparei que, de facto, já tinha lido um livro com uma cor no título.

E reflectindo sobre esse livro, não consigo perceber como é que não me lembrei logo deste livro. O romance de que estou a falar é... dun, dun, dun: "Pink Ice" de Carolina Soto.



Com toda a honestidade não me recordo da história nem de eventos particulares, para além do facto de ser um romance, de ser contado na óptica da protagonista feminina que, diga-se de passagem, tinha bastante pêlo na venta, e que andei doida à procura desta sequela depois do "Blue Ice", primeiro volume, ter acabado num cliff-hanger (GAAAAH *puxando cabelos*).

E dito isto, que não me recordo da história (shame on me, shame on me), saltemos para a minha citação de eleição, sim?

“Now I knew that if that's how the devil looks, I wanted to go straight to hell.”

(7 de 50)

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Reading Challenge - Book that I haven't read by author I love

Ora então, esta alínea torna-se fácil porque não é preciso ler o livro para a completar (ai, esta minha veia procrastinadora!). Existem vários autores que eu adoro e de quem quero ler tudo o que haja para ler - mesmo que seja uma mera lista de compras - mas há uma, epá, há uma que me tira do sério e me deixa fora de mim.

E estou pois claro a falar de Alice Clayton. O meu sentido de humor é bastante peculiar e existem inúmeros livros que não passam de humor fácil e sem gosto. Os da amiga Alice podiam cair no mesmo, mas depois de ler o "Wallbanger" e de me ter mandado para o chão a rir, acho mesmo que o livro que se adequa a esta alínea é o seu mainovo, "Nuts":


O título é bastante sugestivo (e a capa também), mas também o Wallbanger era e foi um fartote. Por isso, estou curiosa para ler este. Depois conto-vos tudo, tudo, sim?

E eu sei, este ainda não posso dar uma citação mas posso deixar uma do Wallbanger (posso, posso, posso?) e portanto aqui vai:

“He was wooing me. And I was letting him woo. I wanted the woo. I deserved the woo. I needed the wow that would surely follow the woo, but for now, the woo? It was whoa.”

(6 de 50)

segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Reading Challenge - A mystery or a thriller

Como não podia deixar de ser, para esta opção li o livro que originou o filme que se revelou a história do ano.

Dun, dun, dun.



É verdade, o "Gone Girl" da Gillian Flynn não me passou ao lado. A mim, que customo sempre ignorar as fanatiquices todas mas não...cai nesta armadilha.

E adorei.

Eu vi o filme antes de ler o livro, mas tanto no filme como o livro cheguei a um ponto em que achei mesmo que a Amy estivesse morta e/ou desaparecida e cheguei até a rogar pragas ao Nick, aquele canastrão.... coitadito.

E para frase, apesar do icónico discurso de "Cool Girl", a citação (more like, trecho de livro) escolhida é:

“Remember that game you always played with Mom when we were little: Would you still love me if? Would you still love me if I smacked Go? Would you still love me if I robbed a bank? Would you still love me if I killed someone?'
I said nothing. My breath was coming too fast.
'I would still love you,' Go said.
'Go, do you really need me to say it?'
She stayed silent.
'I did not kill Amy.'
She stayed silent.
'Do you believe me?' I asked.
'I love you.” 


(5 de 50)

sábado, 10 de outubro de 2015

Reading Challenge - Female Author

Com esta alínea apercebi-me do seguinte: eu leio, sobretudo, livros escritos por mulheres.

Por isso esta escolha não foi nada difícil.  O eleito é: "Skygods" de Sarah Latchaw.


Depois de ler o primeiro livro desta trilogia (que ainda não foi lançada na totalidade), andei doida à procura do livro seguinte. Depois de meses de procura intensa, devorei-o rapidamente.
A história de Kaye e Samuel Cabral leva um twist diferente neste segundo livro. Enquanto o primeiro foi mais divertido e descontraído, este segundo livro leva-nos à descoberta da doença mental de Sam, viagem esta que provoca variadas emoções.

E cá estou eu, ansiando pelo próximo!

E a citação de eleição é esta:
"A skydiver, arrogant in his ability to navigate the heavens, rejects his fragile state and calls himself a God of the skies."

(4 de 50)

quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Reading Challenge - Number in the Title

Estão a pensar  no mesmo que eu? Pois claro que só podia dar nisto: FOUR, de Veronica Roth foi o livro que li e que se aplica a esta alínea.



Estava eu sentadita a ver o Insurgente e eis que toda a paixão pelo Four (confessemos, o Theo James é qualquer coisa!) insurgiu-se dentro de mim novamente. Puramente incontrolável, e pronto, lá fui eu buscar este livrinho.

Aqui fica a bela da citação:
“You’re the one who has to live with your choice" she says."Everyone else will get over it, move on, no matter what you decide. But you never will.”

(3 de 50) 

domingo, 4 de outubro de 2015

Reading Challenge - Um livro com mais de 500 págs.

CHECK. CHECK.CHECK.

Este foi um daqueles pontos deste desafio que achei que nunca iria ser realizado por motivos como: "ah e tal, muito grande e canso-me", "ah e tal só leio no comboio e vai demorar-me duas décadas para acabar", "ah e tal ah e tal ah e tal". Mas é verdade, amigos, aconteceu!!!

E foi este o eleito, "The Other Boleynn Girl":


Como apaixonada por História que sou era um mistério para mim apenas ter lido livros escritos pela Margarida Rebelo Pinto (foi um, só um, prometo!!! Perdoem-me!!!) e pela Isabel Stilwell, este último deixou-me um sabor azedo de uma ficção e realidade um pouco misturadas e com uma linha que as separava dúbia. E portanto para quem me viro? Philippa Gregory.

Dizem os entendidos que a amiga Philippa é a Rainha de desdizer a História, mas eu lancei-me de cabeça neste livro e amei, amei, amei. E então se a Anna Bolena não se meteu com o irmão? E então se existem provas que a Maria Bolena era uma catrefa? Eu quero lá saber!!!! Tenho muito amor por esta família Tudor que aqui achei e pois claro está, já fui buscar os seguintes dois livros da saga.

A citação favorita (e de muito dificil escolha) é:
"I am sorry for you. And I am sorry for me. When you are sent back to me, perhaps a month from now, perhaps a year, I will try to remember this day, and you looking like a child, a little lost among all these clothes. I will try to remember that you were innocent of any plotting; that today at least, you were more a girl than a Boleyn."

(2 de 50)

sábado, 3 de outubro de 2015

Reading Challenge - Non-Fiction Book



Não vou inventar. Eu sei bem que este livro ocupa bastanteeees das categorias apresentadas no Challenge mas prometi a mim mesma (e esta é daquelas promessas que cumpro mesmo, ao contrário daquela que faço sempre de que vou fazer updates no blog) que iria ler 1 livro por cada alínea proposta.


Portanto, o meu livro de não ficção foi o "Beyond Belief - My Secret Life inside Scientology and my Harrowing Escape". Este livro é escrito pela Jenna Miscavige Hill, sobrinha do atual lider da Igreja da Cientologia.

Confesso que não sabia pevide sobre esta "ciência" ou "religião" - talvez seja mais honesto chamar-lhe "modo de vida" - mas este livro foi-me recomendado por uma amiga e decidi-me a lê-lo. Posso dizer que aprendi imenso, fiquei incrédula e foram muitas as viagens de comboio em que quis começar a gritar e a espernear tal eram as injustiças que lia, e apesar de alguns momentos mais aborrecidos, sinto que foi uma leitura valiosa.

E a minha citação de eleição vai paraaaaa....

“I knew without a doubt that I was a good person, and, no matter what anyone else thought or said about me, no matter who they were or how important, I didn’t care. When I realized this, down to the moment, the clouds opened up. This realization was the beginning of personal integrity, when, instead of dismissing my feelings or my intuition, I found myself following them.”

(1 de 50)

domingo, 21 de dezembro de 2014

2015 Reading CHallenge!

Nunca fui destas coisas de participar em desafios literários - com a excepção de tentar ler tantos livros quantos os que me tinha proposto, no Goodreads - mas este ano decidi tentar algo de diferente.
Vi inumeros desafios em que gostaria de participar mas sei que iria ficar maluca a tentar chegar ao objectivo de ler tudo (eu, que sou competidora nata e gosto pouco de perder).

Por isso, optei por começar só por este desafio. É simples mas parece giro!