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terça-feira, 8 de novembro de 2016

Primeiras Linhas#8: An Ember in the Ashes // Uma Chama Entre Cinzas

Já tinha ouvido falar imenso deste livro da Sabaa Tahir e pois que decidi pegar nele, ainda que, em geral, me tenda a afastar um bocadinho de distopias e tudo o que seja mais fantástico por achar que todos os livros se parecem uns com os outros. Como já li os Jogos da Fome e os Divergentes desta vida, achei que não precisava de ler mais nenhum.

Mas depois li "Uma Corte de Rosas e Espinhos" e amei. E por isso claro, dei uma hipótese ao "Uma Chama Entre as Cinzas" [Em Portugal este livro foi publicado pela Presença!]

No início não estava a achar grande piada e achava que o Elias era mais um Four e a Laia era mais uma Tris, mas depois fui-me apercebendo que não era bem assim. Houve coisas que consegui prever, como a Comandante ser mãe do Elias mas houve outras que me apanharam totalmente de surpresa e depois de ler algumas páginas, já não conseguia pousar o livro.

Apesar de ter decidido que queria fazer este livro durar (aliás, logo na primeira viagem de metro decidi-me a ler apenas 20 páginas por viagem, ou seja, 40 por dia), tive a magnifica ideia (notem a ironia) de fazer as 200 atualizações no meu pc ontem e pimbas, vai de ler.....Vou na página 240 e sinto que a história vai agora mesmo descolar.

Adoro o facto de a Laia não ser a heroína super corajosa que faz tudo e mais alguma coisa mas sim uma rapariga que se limita a sobreviver para poder salvar o irmão e como é óbvio, gosto imensoooo da Helene, apesar de ela ser um bocado parvita de vez em quando mas pronto, não é suposto os personagens serem perfeitos e algum defeito a rapariga tinha que ter. Estás desculpada, Leninha (por enquanto, claro, se a coisa não piorar!).


O Elias é um bocado Four de Divergente, mas mais fixe e menos chorão. Gosto de o imaginar como o Bob Morley, nem sei bem porquê, mas acho que se alguma vez este livro se tornar filme (por favorrrr, vamos fazer isto!!!!) tem que ser o Bob a fazer de Elias!!!! Tomei a liberdade de deixar aqui um gifzinho do Bob em The 100, a fazer de Bellamy, para todos podermos concordar com o potencial de ele fazer de Elias!

Aproveito e proponho, também, que a Nathalie Emmanuel faça de Laia e que a gira da Portia Doubleday (Angela em Mr.Robot) seja a badass da Helene. Acho que ia ficar um trio bem formoso!

E pronto, por enquanto não tenho assim mais nada a acrescentar, tirando que a parvalhona da Comandante (a Keris????) é tal qual a vilã de Divergente mas miiiiiil vezes pior. A sério. Eu kind of tenho que passar à frente as linhas sobre a tortura :/ e é esse o ponto que menos gosto até aqui. Já agora apelo a todos os deuses literários, para não matarem a Izzie, siiiim?

Vamos lá ver. 

domingo, 6 de novembro de 2016

Agora eu era o herói


quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Opiniões #10: It Ends With Us


Título: It Ends With Us
Autor: Colleen Hoover
Páginas / Ano: 367 / 2016
Descrição aqui

Antes de mais, aplausos, consegui chegar às 10 reviews!!!! (Sim, isto é um feito para uma procrastinadora como eu. Dancem comigo, vá!).

Em segundo lugar, acho que a minha 10ª review não podia estar melhor entregue do que a este livro, It Ends With Us, que li durante esta primeira semaninha de trabalho e que, para vos ser franca, adorei. Queria ter escrito as primeiras impressões mas chegar a casa perto das 20h todos os dias e com o entusiasmo de ler mais, não deu. Até que este sábado decidi que tinha mesmo que saber o final e assim foi.

Chorei tanto, posso-vos dizer.

('Então, Cat, mas não eras tu que não choravas com livros?'....sim, filhinhos, mas aguentem comigo que este livro deixou-me muito sensível).


Começo assim já por falar nesta capa linda, linda, lindaaaa. Eu até sinto que escolhi o livro pela capa porque entrei na história sem saber nada de nada. Como já devem ter reparado eu tenho uma relação amor-ódio com a Dona Colleen porque amei o Ugly Love ('Amor Cruel' por estes lados, publicado pela Topseller) mas detestei e nem acabei de ler Slammed (nem sei como se chama por cá mas não vale a pena dizer porque não desejo este livro ao meu pior inimigo).

Entrei neste livro meio em dúvida, incerta de se iria gostar ou não e indagando-me porque raio é que este livro se chamava "It Ends With Us".... mas que raio é que acaba connosco, Colleen?? E acreditam que até ao final, até perto da última frase que não descobri??? Fiquei tão inebriada pela história e tão ceguinha pelas personagens e pela dor da Lily e talvez pronto, pelas lágrimas que iam caindo, que não me apercebi até a Lily quase explicar? LINDO. Ainda agora que me recordo dessa passagem fico com pele de galinha.

(Avisei-vos que tinha ficado fragilizada!!!)

Este livro conta a história dos pais da Lily mas sobretudo da Lily, do Ryle e do Atlas num dos melhores triângulos amorosos que eu já li, feito de uma forma tão sublime e inteligente que uma pessoa só depois de matutar é que percebe que fica dividida entre os dois. Sim, eu fiquei dividida entre o Ryle porque não importa o que ele faça, eu senti-me exactamente como a Lily: perdida, confusa e a pensar 'bolas, mas vocês gostam tanto um do outro!!'.... e tal como a Lily, também sempre pensei que nada desculpava certas acções e que quem fica, a vitima, é que é parva. [estou a ser meio vaga porque não quero spoilar!!!!]


Acho que foi por isso que este livro me bateu tão forte, porque a mensagem foi tão bem passada e foi um livro que nos pegou na mão e caminhou connosco e nos mostrou em vez de nos dizer. Ainda bem que estava em casa, sozinha, quando acabei de ler o livro porque chorei mesmo muito.

Além da história estar boa a valer, a escrita é uma coisa deliciosa com passagens fantásticas (sim, vou fazer um post das melhores citações porque só uma não consigo escolher!) e as personagens são reais, podem ser nossos amigos, nossos familiares, nossos pais, até.

É um livro tão, mas tão mas tão importante de ser lido por todas as raparigas jovens, por todas as vitimas de algum tipo de abuso ou por quem acha, como eu achava, que as coisas são pretas e brancas, que ou se portam bem ou se põem a andar. Por favor, leiam este livro!!! Acreditem, vai mudar a vossa forma de encarar as coisas.

São muitas as minhas citações favoritas, mas deixo-vos com esta:
 "There is no such thing as bad people. We’re all just people who sometimes do bad things."

domingo, 30 de outubro de 2016

She's Got Diamonds


(my two loves, Paul Simon & Passenger)

sábado, 15 de outubro de 2016

Saturday 4 Shows: Séries da nossa infância

.....ou uma viagem nostálgica que nos vai deixar em estado frágil.

Pois é, do alto dos meus mui velhos 24 anos já tenho muitas saudades dos dias em que nada fazia a não ser ver TV e comer Oreos (sem me preocupar com os kilos que ia ganhar), de pijama e em posições estranhas (agora não dá, que isto das dores nas cruzes e dos músculos presos é uma coisa que já ataca pessoas idosas de 24 anos); dos dias em que a escola acabava às 3 da tarde e se ficava a brincar até começarem a dar as novelas que gostávamos (rip Morangos com Açúcar com a Joana e o Pipo, quem se lembra?); dos dias em que não tínhamos que combinar as calças com a blusa e qualquer coisinha servia.

Bem, mas vamos voltar ao que víamos nesses dias. Lembro-me de que na altura via algumas séries com a minha irmã, que passavam de tarde, antes de irmos andar de bicicleta ou brincar com os vizinhos. Que saudosas séries!

Assim de repente, estas são as 4 que me vêem à memória:

1. Dawson's Creek


Pouco me lembro da trama desta série mas recordo que a via nas tardes de Verão e que torcia muito para a Joey ficar com o Dawson.
(E paremos um minutinho para apreciar este trailer da década passada.... grande vídeo!)


2. Marés Vivas


Acho que as Marés Vivas atravessaram várias gerações e todos temos uma memória diferente desta série. Na minha inocência de criança, eu gostava mesmo de ver os salvamentos e vibrava com o drama todo, mesmo que os adultos vibrassem com outras coisas (coff, Pamela Anderson, coff).

3. LOST


 A L. descreve-me esta série como "aquela que todos começamos mas ninguém acabou" e como é verdade! Lembro-me de ao fim de semana assistir esta série na RTP1,  provavelmente em vez de estar a estudar, mas de ir apanhando episódios ao calhas. Na verdade, esta lista fez com que eu a fosse pesquisar e aqui vou eu, na corrida para ver as 8 temporadas, e quase, quase a acabar a primeira!

4. Flashforward



O youtube diz-me que esta série deu em 2010 mas eu tenho quase a certeza que está a mentir porque parece-me tãooooo mais antiga! Era das minhas séries favoritas mas conheceu aquele destino fatídico que as melhores séries conhecem: foi cancelada.

Quais eram as vossas séries de infância?? Viam alguma destas?
Deixem ai as vossas memórias na caixa dos comentários e preparem já o vosso top da semana que vem: as 4 séries desconhecidas que todos deviam conhecer [e que são assim tudo de bom]

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Primeiras Linhas #7: As Flores de Lótus


Este livro deixa-me exciiiiiited!

Na semana passada, ia a passar na estante e vi este "Flores de Lótus" de José Rodrigues dos Santos lá estacionado e peguei logo nele. Era um livro que já queria ler à algum tempo porque trata de temas da 1º Guerra Mundial e das mudanças políticas e económicas do século XX, e como é uma época histórica que gosto muito, fiquei mesmo com vontade de o ler assim que saiu, mas o tempo foi passando e outros livros passaram pelos meus olhos primeiro, até chegar o momento em que decidi que ia mesmo pegar neste livro.

De momento, estou na página 150 e apesar de o livro ser sobre 4 famílias (chinesa, japonesa, russa e portuguesa) por enquanto ainda só foram apresentadas duas: os Teixeira e os Satake.

Até agora estou a gostar bastante e a sentir que a história é contada de uma forma que me vai ficar na memória. Senti que houve um choque de culturas entre esta nossa cultura ocidental e a cultura japonesa, e por momentos senti-me um bocadinho chocada e muito irritada (que leu estes primeiros capítulos e não quis abraçar a Aiko??? Aii, tadinha!).





A parte portuguesa é a que estou a gostar menos porque sinto que é um autêntico despejar de informação sobre a política/filosofia desde os tempos gregos, informação essa que realmente é demasiada para uma pessoa, caso não esteja já por dentro do assunto, reter e que torna a parte dos Teixeiras um bocadito chatinha.


Eu sei que muita gente não gosta de José Rodrigues dos Santos e que nem considera os seus livros obras literárias mas eu cá não me importo com a forma como escreve (sejamos honestos, não é assim fantástica mas está longe de ser horrível)  e acho que conta a história de uma forma interessante e que passa a mensagem que quer e tem de passar.

Como disse, já houve algumas partes menos interessantes e até chatinhas (aquelas aulas do Baptista, oh God, salvem-me!) mas está a andar, e está a ganhar ritmo. Vamos lá a isto!

Estou curiosa para conhecer as outras duas famílias que faltam, especialmente a russa já que a história soviética do século XX é dos temas históricos que mais me apaixona, interessa e prende.

Já alguém leu este livro? Partilhem opiniões!

segunda-feira, 10 de outubro de 2016

10 vozes do The Voice Portugal

 The Voice Portugal é só assim o meu programa favorito da TV portuguesa.

Gosto de tudo, desde os júris e as suas brincadeiras, ao facto de não haver cá julgamentos por fulano levar a roupa x ou ter o cabelo y sendo que a minha coisa favorita mesmo é que só são escolhidos talentos: não há cá espaço para os crominhos que iam ao Ídolos para os 5 minutos de fama nem há cá espaço para os insultos gratuitos e humilhantes (que me fizeram perder o interesse nos Ídolos).

Ora bem, chegámos à ultima semana de provas cegas e aproximam-se as batalhas (aguenta, coração!!!) e como tenho muitos favoritos, achei por bem partilhar convosco estas 10 vozes maravilhosas que encantam e que, valha-me nossa senhora, têm mesmo que passar à próxima fase!!!!

[tudo na minha humilde opinião, claro, cada um tem a sua mas façam favor de a expressar na caixinha abaixo!]

Francisco Murta

****(mais depois do corte)****